Jaz aqui, retinto, alguém que esperou, suspirou e morreu.
Falecido porém insatisfeito, pronto a querer renascer das suas cinzas em Shiva,
que lhe permita, oh! Deus, que lhe permita!
Saibas que, no âmago dessa união recíproca entre minha vida
e a tua, só nos resta tornarmo-nos um. Dissolver a relação nessa unidade
inerte, não-tensa...
O contato com o absurdo fez-me perder a graça de qualquer
outra coisa que não seja superação... porém, diante da intrigante verdade de
que não sou puro transcender, que, como todos, estou afogado no Mesmo, não
tenho o que respirar...
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