A instituição escolar como exacerbação do Mesmo gera uma aberração maior que os aberrantes que a compõe.
O bullying enquanto patologia é contingente de uma sociedade que emprega o inglês como substantivo nominal básico de qualquer forma de pseudoprofundidade científica. Ou seja, do processo de homogeneização lateral por via axiomática, no valor virtual de troca do capital.
Assim, toda diversidade inextinguível sai ao menos marcada subjetivamente, diferença marcada como desvio, desvio codificado e aceito, ou rejeitado e depositado em outras cadeias significantes cujo mastro-falo possibilite novas relações e ligações axiomáticas.
Assim, o deficiente, o gordinho, o feio, o religioso, o gay, cada qual acaba por, na afirmação de sua diferença, fazê-lo pelo mesmo, criar discurso que o signifique e o possibilite entrar no jogo capitalístico.