Um novo ano termina. Olhei para minhas avaliações anteriores, meu desejo de não abraçar o mundo. Porém, terminei o ano como Atlas. Não sei onde jogo fora essa massa esférica de preocupações e compromissos dos quais nunca desejei por completo. Assumir novas prioridades, escapar de destinos que parecem ser um caminho natural, criar novas soluções dentro de um mundo caótico e sombrio.
Nenhum comentário:
Postar um comentário