Se aceita-se a tese kantiana das grandezas negativas, e se se passa a tratar a violência, o ódio, o "Mal", não enquanto uma ausência do amor, mas sim como algo de existência "positiva" em si mesmo, Urge uma reflexão sobre a Ética cujo Bem torna-se Unidade e Plenitude, para assim se compor toda uma rede múltipla de valores e retirar o homem dessa dualidade entre bom selvagem e mal radical.
- A relação entre tais grandezas em si estipulam seus próprios valores: em que determinado contexto de relações que determinados acontecimentos adquirem o caráter de benéficos ou de maléficos em nossa vida cultural, psíquica e até biológica.
Tenho literatura para tal: Merleau-Ponty, Garcia-Roza, Bataille.
Há uma estruturação humana entre desejo e morte, entre a violência e a vida, não como antípodas, mas formas de expressão do mesmo Ser. Freud se deparou com isso ao examinar a pulsão de morte.
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