Não é pura convergência de saberes homogêneos, nem simples disputa de posições opostas. Trabalhar a 4 mãos implica na criação, na maquinação conjunta, na reverberação das diferenças entre as multidões que se reúnem nessa encruzilhada.
O que desse encontro sai não é nem meu, nem seu. É independente de sujeitos, vaga por aí nas trilhas deixadas pelas diversas máquinas discursivas.
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