Olha, há algum tempo atrás, quando não podia pensar em brincar de ser adulto, toda causalidade era verdadeira, e murphyana: prazer-dor. Complexo persistente, lógica simétrica.
Nesse momento, vendo meu pequeno pinguim a girar constantemente no ar a socar meu estômago, sendo eu nesse momento somente estômago e garganta, pedindo desesperadamente que tudo acabe, prestes a vomitar...
Se Deus não tivesse morrido com um beijo ("Judas, com um beijo trais o Filho do homem?", Lucas 22:48), talvez a lógica divina teria perpetuado... Quanto trabalho teria, oh! Santa Psicologia, pastora dos pobres de espírito!
Meus agradecimentos a este beijo, Judas!
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