Tal como o ser-para do Instrumento (Heidegger), identificamos o ser de nosso corpo quando ele "quebra", literalmente.
O que antes era o fundo de nossos atos no mundo, pede sua atenção como figura. Funções tão despercebidas como o salivar passam a serem encaradas como mais essenciais que o comer, beber, ou qualquer coisa exterior ao corpo, O corpo todo se destaca como um objeto, um empecilho a nossa realização no mundo.
E foi isso que eu pensei durante minha dor de garganta... (Ai, meu pinguim!)
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