Meu pinguim, natimorto, morto-vivo, intensamente presente, aos poucos desgastou-se em pilhérias, fechou os olhos e dormiu. Dorme, ainda dorme, sonha deveras, numa zona de insconsciência catatônica.
Coitado, necessita de exercícios fisioterapêuticos... atrofiará?
Creio que não, seu tédio ainda pulsa em cada músculo inerte, mantendo o prenúncio do movimentos que jamais se realizarão.
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