
quadro de Alex Grey -
"Não sou Deus. O cargo estava aquém de minhas potencialidade profissionais. Nem alfa, nem ômega, nem fim nem princípio, mas princípio do princípio, vibração primordial da voz, meta-existência. Sou Nada, o silêncio intumescido de todos os possíveis passos que dar-se-ão na vida; não sou vida, Sou Morte, certeza inexpugnável, sou os vermes que entram pelas carnes e arrastam memórias, artes, hábeis mãos, extensos cuidados à degradação lenta e espiritualmente dolorosa."
Nenhum comentário:
Postar um comentário